arte

Matisse – Imperdível!!!

Quem estiver em NY ou for visitar a cidade até o dia 25 de setembro não pode deixar de visitar a exposição “Collecting Matisse and Modern Masters: The Cone Sisters of Baltimore”, no The Jewish Museum. A exposição é composta por parte do acervo das Cone Sisters, duas irmãs de Baltimore (EUA) apaixonadas por arte que colecionaram obras de Matisse, Van Gogh, Picasso, Cézanne, entre outros… Foram as maiores colecionadoras de obras de Matisse, e eram amigas do artista. Além dos quadros maravilhosos do famoso pintor, também me apaixonei por um pintor impressionista americano que não conhecia, Theodore Robinson. No final da exposição passa um interessante vídeo explicando a paixão dessas duas irmãs pela arte. Muitos as consideravam “consumistas”  e não colecionadoras, mas segundo o próprio filme, que colecionador não é “consumista’? De qualquer forma, elas construiram um acervo dos sonhos, e podemos admirar um pouquinho dele no The Jewish Museum. Fica a dica!

As irmãs Claribel e Etta Cone

Não pode tirar fotos na exposição, mas encontrei algumas on line dos quadros que lá estão.

O meu favorito: Interior, Flowers and Parakeets, de Matisse. Nesse quadro ele retratou o seu apartamento em Nice.

Large Recicling Nude, de Matisse. Esse eu achei super engraçado pois quando o artista estava fazendo esse quadro, que levou uns 6 meses, ele tirou várias fotos das mudanças que ele ia fazendo e mandando para a Etta. Quando Etta viu o quadro pronto, ao vivo, não resistiu e comprou!

In The Groove, de Theodore Robinson

Outro quadro de Matisse.

Gostaram??? Amo quadros coloridos e alegres!

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Cursos de Arte

Para quem gosta de História e/ou Arte e mora em São Paulo, vão começar por agora alguns cursos super bacanas que abordam esses temas. Na Casa do Saber dos Jardins (na Mário Ferraz):

- Arte Contemporânea:

O curso tem como objetivo apresentar questões e artistas referentes à produção contemporânea brasileira e internacional. Com foco nos últimos 25 anos, o módulo também contará com  três encontros sobre parte da produção das décadas de 1960 e 1970 – arte cinética, arte conceitual, earth art e site works – com o intuito de traçar um paralelo com trabalhos realizados na década de 1990 e 2000. O curso contará com uma visita à exposição, um ateliê de artista e uma viagem para o Centro de Arte Contemporânea Inhotim.

Toda terça feira, a partir do dia 16 de agosto, das 11:00 às 12:30

- Introdução à História da Arte Ocidental:

Das “Vênus” pré-históricas (de Willendorf) às representações das Koré gregas; das madonas medievais e renascentistas às odaliscas do século 19; das banhistas de Cézanne e Matisse às representações de Gala em Dali, o curso apresenta uma visão panorâmica e concisa do desenvolvimento histórico das artes visuais no Ocidente, a partir da representação do feminino. Como uma introdução aos estudos de história da arte, o curso pretende também apresentar alguns conceitos das diversas correntes de pensamento sobre Estética e História da Arte.

Dias/horários: Quartas-Feiras, às 12h30 (21/09, 28/09, 05/10, 19/10, 26/10, 09/11)
Valor: R$ 210,00 na inscrição + 2 parcelas de R$ 210,00
Observações: Das 12h30 às 14h30

- Inhotim:

Inhotim abriga uma das mais espetaculares coleções artísticas contemporâneas da América do Sul. Em uma sequência (não linear) de pavilhões, podem ser apreciadas as obras de mais de 80 artistas brasileiros e estrangeiros, além de jardins primorosamente elaborados por Burle Marx. Neste encontro haverá um bate-papo com o idealizador de Inhotim, Bernardo Paz, e com seu curador, Jochen Volz, com intermediação por Maria Fernanda Cândido. O tema será a experiência única do instituto, os critérios que a norteiam e os rumos que Inhotim, em constante evolução, aponta para a arte contemporânea e sua “exibição” no Brasil e no mundo.

Início: 30 AGO
Duração: 1 encontro
Dias/horários: Terça-Feira, às 20h (30/08)
Valor: R$ 105,00 na inscrição
Observações: Das 20h às 22h

No MAM:

- HISTÓRIA DA ARTE NO OCIDENTE – Do Renascimento ao Impressionismo.

As manifestações artísticas mais relevantes entre os séculos XV e XIX são analisadas em dois módulos, do ponto de vista da filosofia, sociologia e outras ciências, com objetivo de exercitar o olhar para o reconhecimento de técnicas e estilos.

Quintas-feiras, 15 – 17H
Início • 11 AGO 2011
Duração • 04 meses
R$ 250 / mês

No primeiro semestre eu fiz um na Casa do Saber e A-MEI! Fica a dica.

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MoMa

A última vez que fui no MoMa era criança, então adorei passar um dia com calma admirando tudo no Museu de Arte Moderna de NY. Tirei fotos das minhas obras favoritas:

Cildo Meireles demarcando a presença brasileira no MoMa… Essa obra representa a frase “Como achar uma agulha em um palheiro”, afinal em volta dele todo tem uma “linha”  de ouro, com uma agulha dourada, que está aí em algum lugar. Achei bem interessante.

Quadro de Simon Hantai – lindo!!!

One Year (Um Ano), de George Maciunas. O artista guardou durante um ano (entre 1973 e 1974) todas as embalagens dos produtos que ele utilizou (remédios, caixa de leite, suco, arroz, etc…), quando estava morando no bairro do Soho, em NY.

Chorus Line, de Frances Stark. Pela foto não dá para ver, mas ao vivo quando olhamos esse quadro, temos a impressão de que as “bolas”  estão se movendo. É o máximo, e muito bem feito!!!

Instalação de Danh Vo com um candelabro do salão do Hotel Majestic, em Paris

I Still Use Brushes (Eu ainda uso pincéis), de Arman. Queria muito esse para minha casa!!!!

Detalhe.

Ai, Monet… De tirar o fôlego!

Também está tendo uma exposição pequena, mas linda, com obras do Kandinsky no Guggenheim (mas eles não deixam tirar fotos).

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Brasiliana Itaú

Quando estive em Brasília semana passada tive o prazer de visitar a exposição “Brasiliana”, do acervo do banco Itaú. A exposição é composta de pinturas, aquarelas, desenhos, gravuras, mapas, documentos e livros ligados à história do Brasil desde o período colonial até as primeiras edições dos álbuns produzidos no século XIX, assim como os livros de artistas ilustrados do século XX. Achei excelente conhecer um pouco mais sobre a arte brasileira. Confesso que, no momento, estou mais “apaixonada” por arte contemporânea, mas essa exposição é algo “tem que conhecer!”. Fica a dica.

Vista do Museu Nacional do Conjunto Cultural da República, aonde fica a exposição. Um show!

Quadro do renomado artista Frans Post

Gravuras extraídas do álbum Palmeiras brasileiras

Gravuras extraídas do álbum Ornitologia brasileira

Rascunhos para a gravura abaixo! Adorei ver o processo de elaboração da obra do artista…

Gravura de Debret

Olhem como era o Rio de Janeiro antigamente…. (por Rugendas)

Aboliação da escravatura, de Victor Meirelles

Casamento de Dom Pedro I com a Princesa Amélie, de Jean-Baptiste Debret

Meu quadro favorito!!! Chamado “Souvenir de Rio de Janeiro”, esta aquarela foi realizada conjuntamente por quatro artistas: Debret, Rugendas, Barat e Araújo Porto Alegre

Obras de Monteiro Lobato

Esse eu achei o máximo… Uma criança pediu ao Monteiro Lobato autógrafos da Narizinho, Tia Nastácia, etc… Então o autor fez os diversos autógrafos, tomando o cuidado de mudar a caligrafia.

Ana e eu na saída.

Gostaram? Leitoras, vocês gostam dos posts sobre arte, ou não???

Até o dia 21 de agosto, de terça a domingo das 9h às 18h30

Entrada franca – agendamento de visitas guiadas pelo telefone 61 3325-5220

Museu Nacional do Conjunto Cultural da República |Setor Cultural Sul, Lote 02, Esplanada dos Ministérios | Informações: 61 3325-5220 / 6234 | www.sc.df.gov.br

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Damien H$rst

Outro dia fiz um curso sobre arte contemporânea onde pude aprender um pouco mais sobre o artista britânico Damien Hirst. Algumas de vocês não devem estar ligando o nome a pessoa, mas a maioria com certeza já viu a escultura “For The Love of God”, aquela de um crânio cravejado de brilhantes. Suas obras hoje em dia são vendidas por valores astronômicos, se bobear os maiores pagos para um artista vivo. Suas obras transitam por temas fúnebres, muitas vezes com cadáveres de animais. Um fato que eu achei bastante interessante foi que no dia que o banco Lehman Brothers quebrou, pela manhã, em Nova Iorque, Damien leiloou 223 peças na Sotheby´s em Londres. Apenas 5 lotes não foram vendidos. Ele faturou quase meio bilhão de dólares no dia em que a crise “começou”. Fiquei chocada ao saber disso! Ele realmente é um fenômeno, e muitos contestam os valores “absurdos” de suas obras. Eu sou fã da gravura com a caveira de brilhantes, e a série das borboletas, mas a maioria das outras obras confesso que acho as acho interessantes, mas não teria em casa… O que vocês acham???

Essa eu morri de rir! E achei super diferente.

Eu amei, amei, amei!

Exposição da série “The Souls”  (As Almas)

A famosa caveira que foi vendida por 100 milhões de dólares! Lembram da gravura dela (assinada por ele) na Mostra Black?

“For Heaven’s Sake”, feita com um crânio de bebê. Essa eu de-tes-tei…!

Damien Hirst para Harley Davidson

O artista ao lado de sua obra mais famosa, The Physical Impossibility Of Death In the Mind Of Someone Living (Impossibilidade física da morte na mente de alguém vivo)

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Adriana Varejão

Continuando a série “sonho de consumo de obras de arte”, ficaria muito feliz também se ganhasse a obra Celecanto Provoca Maremoto (2004-2008), de Adriana Varejão. Óbvio que o azul e branco me fizeram querer ainda mais, mas eu amo esses azulejões…

Formada por 184 azulejões pintados em tons de azul e terracota sobre base de gesso, a obra parece reconstruir um painel de azulejaria portuguesa, mas impondo o caos pelo embaralhamento aparentemente aleatório das peças. Esta desordem calculada evoca a maneira com que são repostos azulejos quebrados de antigos painéis barrocos, e as rachaduras intencionais (detalhe que eu acho mais incrível) em sua superfície reforçam esta imagem.

Deve ser baratinha…3 Comments